Acre e Rio Grande do Sul realizaram suas conferências estaduais esta semana

A conferência Estadual de Assistência Social do Rio Grande do Sul foi realizada nos dias 22 e 23 de outubro, no Park Hotel Morotin, em Santa Maria, com a presença de mais de dois mil participantes.

A abertura contou com a presença da presidente do Ceas, Carla Capitanio; do secretário estadual do Trabalho e do Desenvolvimento Social, Luís Augusto Lara, e da conselheira nacional Valéria Reis, que representou o CNAS no evento. Os delegados participantes avaliaram os avanços obtidos na gestão e financiamento do Suas e apresentaram suas sugestões a serem encaminhadas à Conferência Nacional – bem como elegeram seus representantes.

Segundo informações da Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social, em outubro, 449.357 famílias estão recebendo o Bolsa Família no Rio Grande do Sul – o que perfaz um valor total de quase R$ 63,6 milhões. Já o Benefício de Prestação Continuada (BPC) transferiu, em agosto, um salário mínimo para 174.257 pessoas idosas e com deficiência totalizando mais de R$ 117,7 milhões.

No Acre, a 8ª Conferência Estadual de Assistência Social começou na terça-feira, 22, no auditório da Faculdade Ocidental da Amazônia (Faao), com a participação dos conselhos estaduais e municipais da Assistência Social, representantes do poder público, entidades, organizações e movimentos sociais, trabalhadores e usuários da rede socioassistencial.

O evento foi promovido pelo Conselho Estadual de Assistência Social (Ceas/AC) e pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social (Seds) e seu objetivo foi avaliar a execução da Política Estadual de Assistência Social, com seus avanços e desafios, além de elaborar as propostas para o próximo biênio.

Na abertura do evento, o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Antônio Torres, destacou o empenho dos municípios na realização das conferências municipais. “Queremos parabenizar a todos pela contribuição e pelas propostas levantadas.”

A presidente do Ceas/AC, Nyéde Mota, destacou a importância das conferências como espaços privilegiados de debates democráticos e participativos.  Em sua análise, “é o momento oportuno de mobilização da sociedade, na defesa de seus direitos, visando atingir a plenitude do processo descentralizado e participativo da política de assistência social”.

 

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