Presidenta Dilma abre IX Conferência Nacional de Assistência Social

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A abertura da IX Conferência Nacional de Assistência Social teve dois momentos. O primeiro, com uma mesa formada pela presidenta da República, Dilma Roussef, por diversos ministros entre eles Teresa Campelo, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome e pela presidente do CNAS, Luziele Tapajós.

O segundo momento teve a participação da ministra Teresa Campelo, da presidente do CNAS, Luziele Tapajós, da vice-presidente do CNAS Leila Pizatto, da presidente do Fórum Nacional de Secretários Estaduais de Assistência Social (Fonseas), Maria Aparecida Menezes Ramos, do presidente do Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas), Valdiosmar Vieira Santos e do representante dos usuários Anderson Miranda, representando o Fórum das Populações em Situação de Rua.

Na platéia, delegados, observadores e convidados encheram o auditório do Centro de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília. Cerca de 2.800 pessoas participaram do evento – desses, dois mil são delegados.

A presidenta Dilma Rousseff destacou a Conferência como espaço privilegiado para o exercício da cidadania e a construção de consensos. Citando um participante de uma antiga conferência, disse que é o momento para ver “se está tudo nos conformes”. Após a saudação aos conferencistas, a presidenta defendeu os investimentos na área social, afirmando que “não é gasto, é investimento”. Segundo ela, recursos do Bolsa Família, Benefício Permanente Continuado aliados ao aumento real do salário mínimo e à criação de 20 milhões de novos empregos fizeram com que o Brasil aprendesse que o desenvolvimento social garante o desenvolvimento econômico. A presidenta Dilma reforçou que, em 10 anos, o investimento na área passou de R$ 10 bilhões para R$ 68 bilhões.

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A ministra Tereza Campello apresentou um balanço dos investimentos federais para a área, que aumentaram em mais de 600% nos últimos 10 anos. “Para construir uma rede justa de assistência social, precisamos ampliar nossos serviços e precisamos também garantir recursos para os benefícios na área da assistência social”, observou.

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Luziele Tapajós, presidente do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), disse que “vinte anos nos separam de um tempo muito diferente do atual, quando a assistência social era vista de maneira dicotomizada, não era reconhecida como prática de direito social.” E lembrou o papel dos trabalhadores da área, pessoas que, em sua análise, tiram do papel o slogan do governo “País rico é país sem pobreza”.

Também estiveram presentes na abertura da Conferência a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman; as ministras da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, Helena Chagas; da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário; e o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.

(com Ascom/MDS)

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